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Em diálogos virtuais com manonê temos debatido a questão das cavernas. Ele está lá com suas Narrativas de Origem, eu fico insisitindo para que leia Ismael. Em um desses papos, ele me explicou algo sobre uma ficção que está fazendo onde os homens que moravam nas cavernas … “epa! Peraí”, disse eu. Porque nunca acreditei nessa coisa de que pessoas realmente moraram em cavernas a não ser o Piteco.

Ao mesmo tempo, nunca tive comprovações contrárias, sabe? Fomos educados para acreditar que homens das cavernas fizeram arte rupestre e por isso existe a prova contundente de que lá estavam, “Ó! Magnânimos!”. Minha teoria conspiratória me fazia crer que tais obras só existem justamente por que se mantiveram protegidas até hoje nas tais cavernas, diferentemente de outras artes incríveis que foram desenhadas em árvores, em areias ou em folhas de bananeira. Sempre achei que nossos ancestrais eram mais TAZ que nós e sempre gostei dessa teoria. (Outro dia falo mais sobre TAZes, Péricles)

Pois bem, faz uns dias fui a um seminário sobre Valores e um dos palestrantes disse que tais artes são celebrações. Na época havia tribos nômades e estas gostavam de se encontrar com outras. Marcavam então um encontro, tipo um solstício ou após 3 luas, sei lá. E nessa celebração pintavam as paredes. Eu achei isso magnífico. Raves pré-históricas! Celebração!

Tenho também mais pra falar sobre esses tempos, muito inspirado nas falas de Ismael e as origens da civilização, com a agricultura. Onde tudo começou a dar errado, convenhamos. Mas isso fica pra outro dia.

Aliás, várias coisas tem ficado pra outro dia… Desde Wanderlynne, até aquele encontro louco em Olinda, passando por Luther Blisset, Sub Marcos, TAZes e agora os nômades. Muita coisa pra dizer e engraçadamente vejo como os temas são sempre os mesmos para mim.

Enfim, eureka!

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