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… como se fosse pedra, um menino inquieto fingiu-se paralisia. observou tudo e não gostou do resultado. como se fosse musgo, observou o verde e escorregou do muro. como se fosse lâmina, cortou as límpidas ferragens enquanto mexia um músculo. como se fosse frio, escorreu por entre as fendas, derretendo-se em suco. como se fosse gente, cantou sofrido, fungou e assobiou uma musiquinha pegajosa. como se fosse, foi. já passou.

Juliana e Augusto são velhos amigos com blogs novos. Que bom. É sempre um outro ângulo a se observar dessa complexidade que somos. Geralmente colocamos mais poesia nas letras que escrevemos ao léu (oi léu!) do que nas frases que falamos entre um café e outro nos dias ao vivo. É sempre bom ver outros ângulos de nossos amigos. Ficamos ainda mais apaixonados por eles. Delícias poligonais tridimensionais.

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