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Anos atrás, li um livro que me mudou a cabeça. Seria metido dizer que já concordava sem saber sobre tudo que li nele, mas de fato tinha algo em mim que, desde que era bem piquininho, já me chacoalhava os neurônios. Lembro-me, com uns 7 ou 8 anos achar os índios que via na TV muito mais simpáticos do que os fardados de azul. Aos 14 (e aí talvez sob influência do meu pai, que foi morar em Mato Grosso anos antes), já achava a vida no mato algo mais honesto e simples. Mas, enfim, tenho que admitir que foi o livro Ismael que me fez tóin.

E nunca mais fui o mesmo. Que bom.

Tenho outros poucos livros-tótem, referências significativas e transformadoras da minha mente. Mas hoje quero falar um tiquin dessa idéia. Ou melhor, quero mostrar um video. Que ilustra bastante isso tudo.

*Quem diria que 75% da minha atualidade (aqui-agora-neste exato momento) seriam palavras gringas?*

Mas o que queria falar é dessa coisa toda a nosso favor. O acesso, a rapidez, a agilidade. Faz 10 minutos conversei com minha sogra no skype e juntei a noiva no papo. E passei links de outras épocas, outros textos. E a coca light descendo borbulhante feito roto-rooter enquanto mais teclas são espancadas suavemente por dedos rápidos que não fizeram datilografia (asdfg asdfg asdfg…)

Voltei a gostar disso tudo. Foram tempos loucos esses últimos. Preciosos tempos. Quando conheci mais mundo mais a fundo. Desconectei pra ver gentes, encontrei queridos e despluguei.

Conheci minha noiva nesse meio tempo. Mas antes conheci a namorada e antes ainda a amiga. Conheceremos juntos outros horizontes, após a queda da bastilha.

Tantos fios, tanta linkania. Que sejam mais fios, nós todos, nodos, more, wireless!

Eureka!

Há tempos estive em Santorini, na Grécia. Aquilo me marcou subjetivamente. Ainda me vejo com um chapéu e oclinhos escuros tipo Lennon, olhando aquelas casas brancas, o mar azul lá embaixo e ao redor. Um dia estarei por lá escrevendo meu quinto livro. Enquanto isso, vejo daqui mesmo as gaivotas procurando pouso. Vejo um mundo confusamente fascinante. Pessoas cheias de caos e orgulho, crianças gargalhando no meio do mundo.

Não imagino que isto aqui seja como foi antes (e aos poucos conto sobre isso). Mas sei que será um prazer escrever, quase tão bom quanto (re) conhecê-los.

Eureka!

santorini

+1 blog do Estraviz…

Gandhi bem que nos dizia ... "Seja a mudança que você quer ver no mundo"

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